segunda-feira, 21 de maio de 2012





Uma fotografia de recordação dos Corpos Gerentes da  Ordem dos Médicos no final do mandato  -  1968




O Conselho Regional de Lisboa (presidido por Alfredo Franco) ofereceu ao Conselho Geral (presidido pelo bastonário Lobato Guimarães) um almoço de confraternização, na Varanda do Chanceler, no dia 24 de Fevereiro de 1968.

Na fotografia estão: -  de frente e da dir. para a esq. - Max Korn, Mário Mendes, Santos Bessa, Alfredo Franco, Lobato Guimarães, Abel Tavares e Manuel Sá Marques;  e de costas da dir. para a esq. - Mateus Marques, Lino da Silva, Albertino de Barros e Francisco Martins. Estiveram no almoço mas não ficaram na fotografia: - Nunes da Costa, Pimentel Barata, Castro Henriques e José Catel-Branco Mota.




quinta-feira, 17 de maio de 2012






Recordando o Professor Miller Guerra

Ao arrumar as minhas estantes e gavetas encontrei duas cartas do saudoso Professor Miller Guerra. Uma foi-me dirigida quando o Professor Miller iniciou o mandato como Bastonário da Ordem dos Médicos, sucedendo ao Professor João José Lobato Guimarães. Durante os anos de 1962 a 1967 fui  vogal do então Conselho Geral presidido por Lobato Guimarães e por isso o pedido de colaboração, que só não foi maior por razões profissionais. A outra carta, datada de Fevereiro de 1970, refere-se à entrevista dada ao jornal "A Capital", de que guardei um recorte.
Nos últimos anos de vida do Professor Miller Guerra, o meu convívio tornou-se mais intímo, no acompanhamento do seu tratamento insulinico.  Miller Guerra continua a ser para mim o professor que ensinou com o exemplo da sua vida. Dos bons cidadãos que conservo no meu coração.



Para ler as cartas clicar  por duas vezes sobre as imagens














terça-feira, 15 de maio de 2012


Fernando Vieira de Sá

O meu querido amigo Fernando Vieira de Sá, que brevemente vai festejar 98 anos, continua a deliciar-nos com as suas ricas memórias, quando vamos  a sua casa para o abraçar e "dar dois dedos de conversa", e lá ficamos a tarde toda, encantados!
Mas, o Fernando que me desculpe, queria revelar aqui uma falta sua. Calculem que desde há meio ano deixou de nos proporcionar os seus pensamentos e memórias, que com regularidade escrevia no seu blogue "F.Vieira de Sá" - clicar aqui para aceder ao blogue.
Venho pedir ao nosso comum amigo Luís Guerra, que consiga que o Vieira de Sá retome os seus escritos. Para ambos um apertado e cordial abraço!
E lembro com saudade e satisfação ter sido escolhido para "fazer a apresentação" do primeiro livro da colecção das suas Memórias - "Cartas na Mesa"! Nesse dia - 4 de Junho de 2004 - li, para os amigos que se reuniram na Associação 25 de Abril,  o seguinte pequeno texto:









domingo, 6 de maio de 2012




Para o Lino e a Rita!  A propósito dos seus comentários e recordando ainda o Ruy Cinatti!

Encontrei o escrito original em que o Cinatti, na sua imaginada orquestra, me põe a tocar ferrinhos! Na dedicatória do texto, que intitulou "Contracto", escreveu: "Para o Manuel Sá Marques por tudo que lhe devo e a J.C., numa orquestra é tão importante o maestro, como o homem da flauta ou dos ferrinhos, como os instrumentos! Ruy Cinatti  -  Isso é que faz a Beleza do Conjunto..."









terça-feira, 1 de maio de 2012

quarta-feira, 25 de abril de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012





Um repto para o Lino, com um apertado abraço!

Lembrando o  Ruy Cinatti!

O Ruy Cinatti numa das visitas que fez ao Casal Sá Marques (1985)

O Ruy Cinatti, durante anos, visitava-nos acidentalmente, mas com alguma frequência, na antiga Associação Protectora dos Diabéticos. Morava na Travessa da Palmeira, e de  manhã cedo saia de casa, passava pelo Jardim do Príncipe Real, onde apanhava  uma flor que colocava na lapela, rezava na Igreja de S. Mamede, e ia bater à porta do n.º 113 da Rua do Salitre. Era recebido por todos carinhosamente! Mas os seus ouvintes certos eram o Nuno Castel-Branco, o Lino Fernandes da Silva e o João José Nabais Governo, que registavam com prazer as suas histórias, e tambem o apoiavam e aconselhavam quando aparecia adoentado. Na sua última visita, em Outubro de 1986, apareceu ofegante e com acentuda opressão torácica. Depois de ser observado, o Lino acompanhou-o ao Serviço de Cirurgia Torácica do Hospital de Santa Marta, onde se comprovou a necessidade da extração do liquido pleural, e onde ficou internado, ao cuidado do Colega Rui Bento, então director do serviço, ai passando os últimos dias de vida.



 Fotografia tirada pelo Ruy Cinatti em 9 de Outubro de 1984 - Da esq. para a dir. -  Nuno Castel-Branco,  Manuel Sá Marques, João Governo e  Lino da Silva



Quando conheci o Ruy Cinatti, recordo-me bem, referi o facto de meu Avô Bernardino Machado ter  fundado o ensino da Antropologia em Portugal, quando por sua iniciativa as aulas de agricultura e economia rural, que então eram ministradas na Unversidade de Coimbra, foram substituidas na mesma cadeira pelas de antropologia. O Ruy Cinatti que era licenciado em agronomia, tornou-se um antropólogo de méritos reconhecidos.
Mas hoje Ruy Cinatti  é mais conhecido como um dos nossos poetas contemporâneos. Foi através da poesia que manifestou a sua vasta cultura e enorme sensibilidade!

O Lino vai certamente colaborar neste bloque, contando-nos as histórias que ouviu. Este é o meu pedido!...

Hoje quero registar uma das folhas que o Ruy Cinatti dactilografava para distribuir pelos seus amigos, uma das dedicadas às flores (a  sua "Flora de Portugal"), aquela que se refere ao Junquilho e em que sou citado com tanta ternura.