sexta-feira, 24 de março de 2017
sábado, 11 de março de 2017
Uma recordação do Doutor Ernesto Roma
4 de Novembro de 1909
- Centro Democrático Académico de Lisboa: na sede na rua dos Remolares, , 30, 1º, realizou-se a eleição dos novos corpos dirigentes deste centro. Foram eleitos:
Direcção: Ernesto Roma, Miguel Abreu, Júlio Pereira da Costa, Gastão Messier; substitutos: Luís Pacheco, António Pinto Teixeira, Álvaro Fernandes, Eurico Nogueira e Maximiano Alves.
Comissão de propaganda: efectivos: Manuel Bravo, Dagoberto Guedes Machado Cruz, Marques da Silva e Simões Torres; Substitutos: Silva Nobre, Rodrigues de Moura, Fidelino de Figueiredo, Augusto Vilas e Antero Machado.
"Na primeira semana de Fevereiro de 1909 constitui-se, em Lisboa, mais um centro aglutinador de estudantes republicanos, o Centro Democrático Académico, que se arvora a missão de ser uma espécie de consciência crítica do Partido Republicano Português. Quanto ao problema da educação, o Centro interessar-se-á e procurará interessar a sociedade portuguesa, especialmente a sua élite intelectual, por todos os problemas pedagógicos de indispensável solução entre nós, como sejam a refundição do ensino politécnico e médico, a criação duma Faculdade de Letras e de uma Escola Normal de Ensino Superior, a instituição em Lisboa de uma Escola de Direito, baseada na orientação moderna dos estudos sociais e jurídicos e absolutamente independente da Escola de Coimbra. O facto de o Centro Democrático Académico de Lisboa ter decidido pela sua não filiação no Partido Republicano Português, alegando critérios de honestidade política, na medida em que se pretende reservar o direito de livre apreciação e crítica é sintomático de uma atmosfera onde a unanimidade ideológica se vai rarefazendo, acaso alguma vez tenha verdadeiramente existido. Isto é, se a ideia de república como negação da ideia de monarquia não está em causa, já se vai tornando mais problemático reunir um perfeito consenso quando se colocam na mesa questões que exigem uma definição rigorosa dos conceitos e uma corajosa assunção dos compromissos históricos». In Ana M. Caiado Boavida, Tópicos sobre a Prática Política dos Estudantes Republicanos (1890-1931), Limites e Condicionantes do Movimento Estudantil, Análise Social, vol. XIX, 1983.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
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| Grupo de Teatro Terapêutico do Hospital Júlio de Matos |
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| João Silva - a quem se deve o G.T.T. do Hospital Júlio de Matos |
Ao ler as notícias sobre a actividade do "Grupo de Teatro Terapêutico" do Hospital Júlio de Matos, e a entrevista ao João Silva, recordei o apoio que nos deu na Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal na criação e actividade do Grupo Juvenil de Teatro, que em 24 de Novembro de 1984 apresentou a peça "David Onda de Neve & Príncipe Insul", no Teatro Maria Matos.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Uma recordação!
Terça, 04 Fevereiro 2014
Presidiram à homenagem o presidente da Assembleia Geral do SMZS, Dr. Aguinaldo dos Santos Cabral, o Dr. Mário Jorge Neves, da Direção do SMZS, o Dr. José Manuel Silva, Bastonário da Ordem dos Médicos e Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP. Todos tomaram da palavra, realçando o percurso de vida de Sá Marques, a sua entrega à causa da defesa do Serviço Nacional de Saúde, a sua dedicação de combatente e democrata e o seu contributo para a fundação e prestígio do SMZS.
O Dr. Mário Jorge Neves, em nome da Direção do SMZS, entregou uma medalha ao homenageado e foi descerrada uma placa que atribui o nome de Sá Marques ao auditório que é a partir de agora um equipamento de grande utilidade para o sindicato.
Seguiu-se o visionamento de imagens da história do SMZS, desde a sua fundação até aos anos recentes e um momento de convívio daqueles que se quiseram associar a este momento.

































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